Criptomoedas
As stablecoins movimentaram US$ 6,6 biliões em 12 meses, com crescimento de 60% ano a ano. Relatório da FT Partners destaca o avanço dos pagamentos cripto.
A integração entre Binance Pay e Pix marca um novo passo no uso diário das criptomoedas no Brasil, tornando os pagamentos com ativos digitais mais acessíveis.
A Ripple entra oficialmente no mercado dos EAU com pagamentos baseados em blockchain, apoiada pela licença da DFSA e parcerias com Zand Bank e Mamo.
Binance e Kraken evitaram ataques semelhantes aos da Coinbase. Tentativas de suborno foram detetadas por IA antes que os dados dos clientes fossem comprometidos.
A Coinbase foi vítima de fuga interna de dados, afetando 84 mil utilizadores. O incidente pode custar até $400 milhões à conhecida bolsa de criptoativos.
Coinbase torna-se a primeira empresa cripto a integrar o S&P 500, num marco histórico para a indústria e um sinal da evolução do setor cripto.
O Senado dos EUA bloqueou uma proposta de regulação das stablecoins em meio a um escândalo envolvendo uma memecoin ligada ao nome do presidente Trump.
A Coinbase deu passos decisivos para se tornar referência global em cripto, com investimentos, alianças políticas e receitas crescentes em stablecoins como o USDC.
A Revolut aposta na infraestrutura da Lightspark para tornar os pagamentos em bitcoin mais rápidos e eficientes na Europa e no Reino Unido.
O Reino Unido rejeitou oficialmente a criação de uma reserva nacional de Bitcoin, afastando-se da proposta norte-americana e de um fundo público em BTC.
